Depois do fiasco da quarta edição, a wizards seguindo o mesmo plano de negócio decide então lançar a quinta edição do mais famoso e primordial rpg de todos os tempos, dungeons and dragons. A noticia não é nova e no ano passado já houveram muitas discussões a respeito do por que, e de para onde estaríamos indo como industria, mas só os desmemoriados que não se lembram da mesma discussão no lançamento da quarta edição ainda acham fôlego para continuar questionando as decisões comerciais com argumentos sobre qualidade e design.

Enfim, começamos depois de alguns meses nosso playtest da quinta edição, e desde o começo percebemos que a premissa deles, de fazerem a volta aos elementos clássicos das primeiras edições era verdadeira. A wizards nunca escondeu que sentia que a quarta edição estava fugindo um pouco da linha dos produtos antigos e na quinta não perdeu tempo em resgatar os que fazia os olhos dos jogadores brilharem nas primeiras edições. Mas você conseguiu acompanhar as referências?

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Infelizmente esse não é um artigo sobre “O Hobbit”, mas é sobre AD&D, o que é bem mais próximo do Hobbit que as versões posteriores de D&D.
O nome do artigo ja diz tudo, nós jogamos (eu pelo menos joguei) AD&D por muito tempo, e acho que não faz sentido nunca mais ler os livros e fazer referências e até aproveitar o material para outros momentos.
O que AD&D ainda nos tem a oferecer? Por que fazer uma volta à AD&D?
Quando a Wizards comprou a antiga TSR ela despediu mais de cem pessoas, e mesmo assim conseguiram lançar o terceira edição com uma qualidade impressionante. Quem eram essas pessoas?
Dizia a Wizards que foram anos de funcionários contratados por serem amigos e jogadores do grupo de autores. Assim a TSR era uma empresa de amigos, que jogavam juntos sempre, antes de trabalharem juntos, e que dividiam os mesmos gostos. Vimos como a TSR foi salva da falência e ainda conseguiu lançar muitos produtos de qualidade, mas ainda acho que muito do que foi lançado no periodo de AD&D não era apenas um produto caro e ineficiente, mas era um produto de uma época específica que representava exatamente esse espírito de grupo que existia entre os escritores.

As vezes nosso lindo sonho de jogadores com tempo livre e energia para gastar a vontade não se concretiza.

Na cidade grande a movimentação é demorada, o trabalho é custoso e a energia está em falta, então juntar cinco pessoas por quatro horas é no mínimo improvável.

Quando percebemos essa realidade começamos a nos conformar com menos, começamos a diminuir o número de horas, de jogadores, de sessões que jogamos, de frequência das sessões e assim por diante.

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Olá bucaneiros, a muito não nos vemos eu sei. Andei deveras atarefado nos últimos meses. Prisões reais são assim, demoram tanto para capturar um pirata decente que recebi tratamento VIP dos carcereiros do governador. Algemas nas mãos e pés com correntes presas em paredes, rondas periódicas, imundice, trancas e barras reforçadas, maus tratos e total falta de respeito. Não se preocupem, nada que alguém como eu não pudesse dar conta. Enquanto aproveitava minha estadia as custas da coroa aproveitei para obter informações que mais tarde me levaram a adquirir um certo ítem muito interessante…

Foi lançado pela Editora Jambô o novo módulo básico de Tormenta com uma nova versão própria das regras d20, utilizando a OGL, para o cenário nacional que é considerado o mais proeminente no gênero da fantasia medieval. Seguindo a estratégias de outras editoras estrangeiras o novo módulo se utiliza da licença d20 buscando modernização e certa independência da sua vinculação com os parâmetros lançados pela quarta edição de Dungeons & Dragons.
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Bom, ja que falamos de como preparar uma aventura, vamos nos focar em seu componente mais importante: a cena.

Como preparar uma cena? O que vai em uma cena? Quanto tempo dura uma cena? D&D tem cena ou é só storyteller?

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Depois do post de sistemas desequilibrados decidi finalmente escrever meu post “excel” sobre ataques… sempre fica em dúvida se compensa trocar uma arma por outra, se é melhor um machado x3 ou uma espada 19-20 x2?

Vou explicar como descobrir estatísticamente qual a eficiência de cada, e depois você faz a escolha.

Sempre acho melhor escolher feats e armasde acordo com a ambientação e o sentido que faz para o personagem, sentido é melhor que número, mas em alguns momentos não faz muita diferença e mesmo assim você esta precisando maximizar seu dano, então…

(putz só to escrevendo posts de D&D ultimamente, sorry guys… é o hábito)

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Ja falamos várias vezes de sistemas, de como entender os números, as transposições de regra pra cenário e de como desenvolver uma ambientação. Mas hoje vamos falar de sistemas já desenvolvidos que aparentam ser desequilibrados e como eles podem ser entendidos em relação à interação com a ambientação.

Bem, isso ta meio estranho de entender, vamos tentar ser mais claros… Em Iron Kingdoms, sistema da Privateer Press traduzido e lançado aqui pela Jambo, temos uma ambientação meio steampunk meio mechwarrior, como eles mesmo chamam “Full Metal Fantasy” algo como fantasia de metal total. Nesse sistema temos pistolas de diferentes tamanhos e funcionamentos e mais de cinco tipos de rifles…. e todos altamente desequilibrados. Mas de alguma forma eles fazem sentido. Quer saber por que? Continue lendo…

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Não me considero um mestre excepcional, na verdade eu conheço vários mestres muito bons e estou sempre aprendendo com eles. Mas ocasionalmente eu mestro algumas aventuras e os jogadores em geral apreciam e gostam de relembrar das minhas aventuras, e por isso acho que eu devo estar fazendo alguma coisa direito.

Acho que para mestrar bem é preciso talento, estudo, refinamento em várias artes interpretativas e… preparo.

Em geral vejo vários mestres bons com muita dificuldade de preparar uma aventura em um tempo decente e muitas vezes acabam se encontrando despreparados para alguma cena ou algum combate inesperado, ou mesmo sem saber direito quais são as intenções de algum pdm em alguma cena importante.

Por isso, nesses anos, acabava dando algumas dicas de preparação para mestres que considero bons e eles depois me agradeciam e diziam que tinham melhorado em tempo e qualidade de conteúdo. Por causa disso pensei em publicar aqui, tanto para que eles possam ler de novo e talvez vocês também possam aproveitar.

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